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Instrução Previc nº 32

Foi publicada hoje (05/09/2016), no Diário Oficial da União, a Instrução Previc nº 32, de 02 de Setembro de 2016, a qual dispõe sobre os procedimentos para elaboração, aprovação e execução de planos de equacionamento de déficit no âmbito das entidades fechadas de previdência complementar, complementando (bem como esclarecendo) alguns dispositivos da Resolução CGPC nº 26, de 29 de Setembro de 2008.

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LUZ Soluções aposta no modelo de parceria

Confira a matéria divulgada na Investidor Institucional de agosto de 2016.

Para buscar maior competitividade, a empresa fechou uma parceira no primeiro semestre de 2016 com a global Buck Consultants, empresa de consultoria da Xerox.

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Risco que não compensa

Confira a matéria divulgada na Investidor Institucional de agosto de 2016.

Fundos de crédito privado High Yield e Investment Grade do mercado brasileiro têm apresentado retorno próximo ao do CDI nos últimos meses.

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INSTRUÇÃO PREVIC Nº 31

Foi publicada no dia 12 de agosto de 2016 a Instrução PREVIC nº31, de 08 de agosto de 2016, alterando a Instrução PREVIC nº02, de 18 de maio de 2010 (a qual dispõe sobre os procedimentos de preenchimento e envio de informações dos investimentos dos planos administrados pelas Entidades Fechadas de Previdência Complementar - EFPC), dispensando as EFPC de cadastrar os fundos de investimento constituídos no exterior. Por fim, a referida Instrução revoga o §º4 do art. 10 da Instrução PREVIC nº 02, de 18 de maio de 2010, que dispensava alguns fundos do envio dos arquivos magnéticos sobre informações referentes aos segmentos de aplicação que compõem a carteira próprio dos planos, bem como as referentes aos fundos de investimento e aos fundos de investimento em cotas de fundos de investimento, incluindo os fundos de investimentos que tenham cotas tratadas como ativos finais.

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Diversificação: um debate a ser retomado

Confira a matéria divulgada no Diário dos Fundos de Pensão de 01 de agosto de 2016.

A percepção de que as taxas de juros terão forçosamente que retomar uma trajetória de baixa, até pela inviabilidade de manter os atuais patamares por muito tempo sob o risco de comprometer qualquer perspectiva de crescimento econômico, os gestores de investimentos começam a recuperar o debate sobre alternativas de diversificação de carteiras além dos títulos públicos.

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LUZ lança empresa atuarial com a participação de Edson Jardim

A LUZ Soluções Financeiras, uma das principais empresas de gestão de riscos financeiros no país, anunciou a expansão de sua área de serviços atuariais. A companhia lançou a LUZ Atuarial, empresa que vai centralizar e gradualmente expandir a atuação nesse mercado.

Para reforçar a equipe, o renomado atuário Edson Jardim se associou à companhia. Profissional com mais de 30 anos de experiência no setor e que já passou por empresas como Towers Watson, Banco Mundial (consultor), Mercer Brasil e Xerox Group (Buck Consultants).

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Leia também a matéria na Investidor Institucional online.

Investimentos: um debate cada vez mais relevante

Confira a matéria divulgada no Diário dos Fundos de Pensão de 02 de junho de 2016.

A escolha do modelo de precificação dos ativos dos fundos de pensão – marcados na curva ou a mercado –  é uma questão que ganha relevância cada vez maior e amplia o debate entre os gestores e especialistas em investimentos. 

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Investimentos: resposta à crise

Confira a matéria divulgada no Diário dos Fundos de Pensão de 15 de junho de 2016.

A nebulosidade dos cenários econômicos promete um segundo semestre   ainda marcado pela aversão ao risco e acentuado rigor no tratamento dado à gestão de riscos pelos investidores institucionais.

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INSTRUÇÃO Nº 30

Foi publicada a Instrução nº 30, de 22 de junho de 2016, a qual altera a Instrução Previc nº 28, de 12 de maio de 2016 (sobre os procedimentos para certificação, habilitação e qualificação dos membros da diretoria-executiva, do conselho fiscal e do conselho deliberativo), no que segue:

Os membros titulares e suplentes da diretoria-executiva, bem como os membros titulares e suplentes dos conselhos deliberativo e fiscal, terão prazo de um ano, a contar da data da posse, para obterem certificação. Ressalvado que o AETQ deverá ser certificado previamente ao exercício do cargo.

Não será mais necessária a certificação emitida por entidade certificadora para concessão de habilitação aos membros titulares e suplentes da diretoria-executiva ou aos membros titulares e suplentes dos conselhos deliberativo e fiscal.

Dessa forma, não é mais necessário que a EFPC envie à Previc a cópia do comprovante de certificação emitido por instituição autônoma certificadora antes do exercício de determinado cargo ou função pelo indicado, exceto para o AETQ, o qual deverá enviar, além dos documentos arrolados no art. 8º da Instrução Previc nº 28, cópia do comprovante de certificação emitido por instituição autônoma certificadora.

Ressalva-se que continua necessário o envio da declaração de que atende ao requisito de estrutura mínima composta por conselho deliberativo, fiscal e diretoria executiva (disposto no § 8º do art. 35 da Lei Complementar nº 109, de 2001).

Ainda, a EFPC deverá manter a Previc permanentemente informada de quais membros da diretoria-executiva, conselho deliberativo e conselho fiscal possuem certificação, devendo enviar a documentação comprobatória em até dez dias após a obtenção do certificado.

Por fim, foi inserido o art. 19-A na Instrução Previc nº 28, o qual estabelece que a Previc, para fins de supervisão baseada em risco, observará a quantidade de dirigentes certificados na EFPC.

Acesse e leia a página do Diário Oficial da União, na qual foi publicada a nova Instrução.